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Benefícios da Ozonioterapia

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A terapia com ozônio funciona em praticamente qualquer problema de dor que um paciente possa ter, incluindo os seguintes:

  • Dor de Garganta
  • Discos Degenerados
  • Hérnia de Disco
  • Dor Lombar
  • Síndrome do Túnel Carpal
  • Tendões Rasgados
  • Síndrome da ATM
  • Ciática
  • Neuromas
  • Cotovelo de Tenista
  • Lesões do Joelho
  • Outras Lesões Esportivas

Terapia com ozônio é muito eficaz no tratamento de dor nos joelhos, pois resulta na regeneração de cartilagem. Dor no joelho pode ser causada por uma lesão esportiva, por acidente, desgaste de longa duração ou uma condição genética. Quando a dor que traz é adicionado às limitações na mobilidade, pode ser muito difícil de lidar.

A condição mais comum de dor crônica no joelho é a condromalacia, que também é chamada de condromalacia patelar ou síndrome patelofemoral. Esta condição é causada quando a cartilagem abaixo da rótula começa a amolecer. Como a cartilagem começa a amolecer, existe uma pequena zona que começa a quebrar, resultando em dor em torno do joelho. Ao movimentar o joelho, em vez de a rótula mover-se sobre o joelho sem problemas, a rótula começa a deslizar contra o osso da coxa. Como resultado, pode-se ter em qualquer lugar a partir de um leve a um caso grave de desgaste da cartilagem.

Condromalácia geralmente é diagnosticada em meninas. As mulheres que tenham atingido os seus anos de adolescência têm uma maior chance ter Condromalacia por causa da quantidade de pressão que é colocada sobre o joelho, enquanto o joelho está passando por uma fase de crescimento.

A terapia com ozônio na regeneração da cartilagem tem tido resultados muito bem sucedidos para a dor crônica no joelho e osteoartrite severa. A terapia tem uma taxa de resultado permanentemente de acabar com a dor de 75%. Ao contrário de muitos outros tratamentos, os resultados da Terapia com ozônio são geralmente permanentes, porque, na verdade, corrige a patologia do transtorno. Não é apenas um tratamento para aliviar a dor, mas é um tratamento que elimina a causa da dor.

A endometriose

endometriose

São muitas as mulheres ainda que não sabem muito sobre a endometriose, simplesmente que sofrem de dor crônica nos períodos menstruais, mas nada sabem sobre a possibilidade de essa doença poder levar ao comprometimento dos órgãos internos como a bexiga e o intestino, levando muitas delas à infertilidade.

Endometriose é a presença do endométrio, que é a parte interna do útero, onde fica o óvulo fecundado, e que é eliminado todos os meses no período menstrual, fora do útero. Portanto, esse tecido, igual ao que fica dentro do útero, é estimulado pelas hormonas todos os meses, crescendo e sangrando, podendo atingir – enquanto inflamado ou infeccionado – vários órgãos, principalmente da região pélvica.

Esse fato é anormal para o organismo e, uma das respostas para o problema sem consenso, é a baixa imunidade da mulher, seja por factores externos, como poluição ou hábitos insalubres. A ligação genética, também é recorrente, mas não é uma explicação certa, já que algumas que têm o problema são únicas na família. Nas mulheres sem o problema, mesmo que as células do endométrio saiam do útero, o próprio organismo encarrega-se de eliminá-las sem maiores prejuízos para o corpo.

O fato é que mesmo sem uma explicação concreta sobre as eventuais causas, a medicina convencional admite que algumas mudanças no estilo de vida, podem diminuir o risco de desenvolver o problema. E as ações mais adequadas, passam pela alimentação e exercício físico. Na alimentação, destacam-se os alimentos naturais, integrais e ricos em fibras, como as frutas e a abstenção da carne. Mas, além disso, a alimentação com frutas e cereais diminui o risco do aumento do peso, sabidamente um fator agravante para as mulheres com tendência para este tipo de doença.

Por outro lado, o exercício físico aparece como grandioso parceiro na prevenção e no tratamento. E isso como desintegrador da gordura, pois ela aumenta malignamente a produção de hormonas femininas, pelo que, também, o movimento aeróbico constante ajuda na produção das endorfinas, que têm um efeito analgésico e vasodilatador.

A endometriose é invisível, mas os sinais de sua presença no organismo são, na grande maioria das vezes, bem perceptíveis, manifestando-se por meio dos seguintes sintomas:

  • Cólica menstrual
  • Infertilidade
  • Dor na relação sexual, descrita na profundidade da vagina (no fundo da vagina)
  • Alterações no intestino na época da menstruação, em casos de endometriose que envolve a região (apresentando sintomas como diarreia, intestino preso, sangramento anal)
  • Alterações na bexiga e vias urinárias na época da menstruação, em casos de endometriose que envolve o aparelho urinário (percebidas pelo aumento no volume das micções, dor ao urinar ou sangramento na urina, por exemplo)
  • Dor contínua, independente da menstruação, principalmente em casos de endometriose mais avançada, com grande quantidade de aderências nos órgãos pélvicos.

É importante lembrar que a quantidade de sintomas não tem relação com o volume e a intensidade da doença. Isso significa que nem sempre mulheres com muitos sintomas apresentam o grau mais severo da endometriose!

A dor ou cólica – considerada um dos mais frequentes sintomas da endometriose, pode ser classificada em diferentes graus:

  • Leve: quando a paciente não precisa usar medicamentos para minimizar os sintomas;
  • Moderada: quando a paciente precisa de medicamentos, suficientes para melhorar a dor;
  • Severa: quando a paciente não tem qualquer melhora dos sintomas, mesmo consumindo medicamentos;
  • Incapacitante: quando a paciente tem dores tão intensas que a incapacitam de exercer atividades diárias, necessitando de internamentos hospitalares para aliviar incômodos ou mesmo para tratar outros sintomas, tais como náuseas, vômito, diarreia, febre ou cefaleia.

É importante esclarecer, mais uma vez, que a intensidade da dor não tem relação com a quantidade ou o grau da endometriose. Em relação aos factores de risco que podem influenciar no grau das cólicas menstruais, alguns estudos demonstram que a idade precoce da primeira menstruação, períodos menstruais prolongados, tabagismo, obesidade e consumo de álcool podem estar associados a ocorrências mais severas!

Mulheres com endometriose apresentam irregularidades na produção de folículos no organismo. São portadoras de níveis hormonais anormais, alterando e diminuindo o crescimento folicular, além de registrar uma fase folicular que tende a ser mais curta. Algumas pacientes são anovuladoras (sem ovulação, pelo que os ovários falham e não libertam um óvulo). Outras podem apresentar ciclos menstruais regulares, níveis normais de estradiol (hormona sexual predominante, presente nas mulheres) e progesterona, portanto, com foliculogénese e luteinização (produção do corpo-lúteo, estrutura que se forma no local de um folículo ovariano após libertação de um óvulo) normais, mas o fenômeno de libertação do ovócito.

Em suma, a endometriose é uma doença caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio, com glândulas e estroma, fora da cavidade uterina. Acomete, principalmente, órgãos pélvicos como: ovários, trompas, intestino, superfície externa e parede do útero, bexiga, peritônio, vagina e colo. Mais raramente, pode ser encontrada ainda no fígado, em cicatrizes antigas (como as de cesariana), no diafragma, na pele, nos pulmões, e até no sistema nervoso central!

Prevenção Alimentar

Substituir a ingestão de gorduras saturadas e monossaturadas por gorduras poli-insaturadas (ricas em ômega 3). A gordura saturada está presente na carne vermelha, e no leite e derivados. O ômega 3 está presente em peixes, frutos do mar, amêndoas, nozes e óleos vegetais (como canola, algodão, linhaça e oliva). Deve-se dar preferência para estes óleos no preparo dos alimentos no lugar da manteiga.

O efeito na endometriose está no fato de que gorduras saturadas são ricas em ácido linoleico, que é convertido em ômega 6 . Este está envolvido na produção de prostaglandinas, que são mediadores que aumentam o processo inflamatório, podendo agravar a endometriose.

Aumentar a ingestão de alimentos ricos em anti-oxidantes, como as vitaminas A, C, E, do complexo B e zinco. O processo inflamatório da endometriose leva à produção de radicais-livres que desencadeiam uma série de respostas imunes e inflamatórias que levam a maior dano celular. Os antioxidantes podem ter um efeito protetor neste sentido, e encontram-se em:

  • Vitamina A: tem ação no sistema imunológico e na diminuição do stress oxidativo. O seu principal precursor é o betacaroteno, presente em vegetais verde-escuros, amarelos e alaranjados (cenoura e abóbora) e frutas dessa cor (melão, mamão, manga);
  • Vitamina C: tem ação anti-histamínica (presente no processo inflamatório) e anti-oxidante. O seu precursor, o ácido ascórbico, está presente em frutas cítricas;
  • Vitamina E: além de efeito antioxidante, tem efeito analgésico. Encontrada em sementes de abóbora, vegetais verde-escuros, abacate, salmão e ovos;
  • Vitaminas do complexo B (B1, B6 e B12): apresentam efeito analgésico e anti-inflamatório. Presentes em peixes como o salmão, ervilhas, feijão, semente de girassol, grão de bico e alimentos integrais;
  • Zinco: protege as células contra radicais livres, é importante na absorção do betacaroteno e tem efeito anti-inflamatório, inibindo a libertação de histamina e outros mediadores. Presente em fígado, peixe, frutos do mar e ovos.

As mulheres que sofrem de endometriose devem reduzir o consumo de carne vermelha e de aves, especialmente aquelas não orgânicas ou de procedência desconhecida, pois podem ter altas concentrações de substâncias hormonais , que podem agravar a endometriose! Acupuntura, Fitoterapia , reduzem os sintomas .